Gostaríamos de chamar sua atenção para conversarmos um pouco sobre DOENÇA e DOR, pois na área músculo esquelética, eles nem sempre são sinônimos.
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Porém leitor, gostaríamos de chamar sua atenção para conversarmos um pouco sobre DOENÇA e DOR, pois na área músculo esquelética, eles nem sempre são sinônimos.
A maioria dos profissionais da saúde, e consequentemente a população em geral, está condicionado a tratar uma DOENÇA, como hérnia de disco, artrose, bursite…
Em uma consulta convencional com um profissional para avaliar a dor músculo esquelética, são relatados DORES e LIMITAÇÕES, e após avaliação é solicitado EXAMES para tentar encontrar a “CAUSA” dessas queixas.
O problema é que o exame, demonstra uma alteração anatômica na imagem, como tendinite, fasceíte entre outras, que muitas vezes não necessariamente é a CAUSA da dor,
Paciente de 50 anos, com dor no joelho direito há 1 mês, apresentando dor ao andar, principalmente nos primeiros passos de manha e ao subir ou descer escadas, sem qualquer história de trauma.
É solicitado uma Radiografia, e como aparece algum desgaste, posteriormente é solicitado uma ressonância ou tomografia, e então muitas vezes diagnostica-se uma artrose (degeneração da cartilagem), degeneração meniscal, osteófitos (bicos de papagaio), e consequentemente afirmamos que ENCONTRAMOS UM CULPADO! Mas estes achados podem coexistir com a dor, e não necessariamente ser a CAUSA!
As doenças (poderíamos chamar de alterações) degenerativas, aparecem progressivamente com a idade, e na maiorias das vezes não são a CAUSA DAS DORES, felizmente!!! A dor deste paciente, só apareceu a um mês, mas estas alterações no exame de imagem, estão la há anos… pois o desgaste não aparece em trinta dias.
Outra lógica que devemos pensar, é que se o paciente caminha com as duas pernas, porque que iria dar dor em apenas uma, se as duas tem desgaste?
E analisando mais criteriosamente, se realmente a dor fosse da osteoartrose (atrite , artrose), não existiria remédio e muito menos fisioterapia que melhorasse, pois se a artrose é um desgaste e quanto mais idade mais artrose, ela teria que ser progressiva… ou seja não teria nunca uma melhora.
O que todo profissional da área da saúde deve fazer é uma CRITERIOSA AVALIAÇÃO CLÍNICA, que inclui, queixa principal, toda a historia do problema, história de doença pregressa, testes especiais, testes ortopédicos, testes neurológicos (sensibilidade, força, reflexos), para tentar entender o porque que aquela DOR E OU LIMITAÇÃO , está se COMPORTANDO daquele modo, causando tais sintomas.
Muitas vezes o problemas está em uma CONDIÇÃO, e não em uma DOENÇA. A DOR geralmente aparece quando algum tecido do corpo, está gerando alguma potencial ameaça ao corpo, e só podemos entender isso TESTANDO O PACIENTE NA CONSULTA, e não apenas com uma imagem, uma foto do corpo, exceto em patologias graves (tumor), ou fratura por exemplo, onde o exame realmente diagnostica a causa.
O mesmos conceito de artrose, é aplicado para hérnia de disco, lombalgia, ciática, síndrome do piriforme, cervicalgia, cervicobraquialgia, síndrome do impacto, bursite, tendinite, tenossinovite, epicondilite, fasceíte, esporão de calcâneo, metatarsalgia…
Você não deve “se acostumar com a dor”, há profissionais em constante atualização para diagnosticar e tratar todas as regiões do sistema musculoesquelético. Isso significa que, se você tem um problema em uma articulação, ligamento, tendão, músculo, osso, na coluna, pescoço, perna, braço, ombro, joelho, cotovelo, tornozelo, punho, pé, mão ou tronco, você tenha que ter dor, rigidez ou restrição para trabalhar e exercer as atividades diárias comuns. Procure um profissional atualizado e capacitado, e que se interesse pelo seu caso.